quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

THREE BILLBOARDS OUTSIDE EBBING, MISSOURI (2017)


Chega aquela época de prémios do cinema,e o que faz um gajo? Vai buscar aqueles screeners manhosos, com mais ou menos qualidade para pôr em dia aqueles filmes que em época "normal" nem lhes punha a vista em cima. Pois, ainda bem que esses prémios servem para alguma coisa, senão não sei se descobriria esta pérola do humor. 
Primeiro, este filme é de interpretações. E que interpretações!! Woody Harrelson, Frances McDormand fazem uns papéis do caraças, mas Sam Rockwell rouba o filme sempre que está em cena. Que representação do caral%&. E digamos que o personagem dele é o que tem mais que fazer, com um arco brilhante. Começa quase como um vilão desprezível e acaba como um BFF da personagem principal. 
Em segundo lugar, o humor neste filme. Brilhante (Tenho de alterar este adjectivo. Usado duas vezes em tão pouco espaço). Parece uma coisa saída dos primeiros tempos dos irmãos Coen. Sempre no momento certo, mesmo quando não esperava, lá tinha a pitada de humor negro, como eu gosto. 


Depois o filme é surpreendente. Quando pensamos que sabemos o que se vai passar, eis que não e alguma coisa acontece, quase como um murro no estômago. E, apesar de todo o humor negro, o filme consegue fazer-nos soltar uma lagrimita, principalmente com a história e desfecho da personagem de Woody Harrelson.

Resumidamente, este é daqueles filmes que eu adorava ter escrito.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

THE DISASTER ARTIST (2017)


Nos anos 90, Tim Burton fez um filme sobre a história daquele que era considerado o pior realizador de todos os tempos, o Ed Wood. Ora, neste século, não temos um Ed Wood, mas recebemos de braços abertos o Tommy Wiseau com o seu The Room.
Confesso aqui: ainda não vi o tão famigerado filme The Room. Tenho de preparar umas garrafas de vodka para me acompanhar nessa, vamos chamar-lhe, missão. Mas quis ver este filme "based on a true story". James Franco pega no leme e dirige e interpreta esta peculiar história. E deve ter sido difícil, pois seria muito fácil cair no tom de gozo. É muito fácil gozar com a figura de Wiseau, mas felizmente aqui, rimos muito (há momentos hilariantes), e acabamos por embarcar nesta viagem de forma quase sentimental. 
De realçar, naturalmente as interpretações dos manos Franco. Aqui, nenhum dos dois tem destaque em particular, até porque, tanto o James como o Dave têm o seu tempo de brilhar. O James tem neste filme o seu momento "Chuva de Estrelas", e isso percebe-se no final com as cenas comparativas. 
(Sobre as escandaleiras do alegado assédio de James Franco a mulheres, estou a cagar-me para isso. Espero que isso não se reflicta na carreira, porque eu até curto o gajo.)


sábado, 27 de janeiro de 2018

Rapidinha do dia: 1922 (2017)


Vocês sabem quando estão a ver um filme, e sabem que conhecem o actor principal, mas não se lembram de onde? Pois, aqui só me apercebi que o actor era Thomas Jane lá pelo meio do filme. E a culpa é toda dele: que desempenho magnífico. Ele embrenha-se de tal forma no seu personagem que fica irreconhecível. Nem parece o mesmo gajo que fez o Punisher.
Aqui a história é simples e eficaz: um homem mata a mulher com a ajuda do filho, porque esta quer vender as terras onde vivem, e ele não quer. 
Baseado numa "short-story" de Stephen King, este filme bem poder-se-ia chamar, simplesmente, "Ratos", e quem viu o filme percebe porquê. O filme é bom, apesar de sofrer um pouco pelo ritmo, nomeadamente na segunda metade do filme. Apesar de ter apenas 100 minutos, não era preciso tanto tempo. Um filme que trata a temática da "culpa" de uma forma cheia de suspense. 
Recomendo!

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

THOR: RAGNAROK (2017)


Quem me conhece sabe que não propriamente o maior fã dos filmes da Marvel (MCU em particular). Ainda por cima, os dois filmes anteriores do Thor não grande coisa, mesmo para os maiores fãs deste universo. 

Acontece que este filme é diferente: manda tudo para o galheiro e faz deste Ragnarok um dos melhores MCU
O que posso então dizer sobre este: isto não é um filme de super-heróis que tem elementos cómicos pelo meio. Nada disso... isto é antes uma comédia pura com elementos de filme de super-heróis. E, pessoalmente, isso para mim é o que basta para me agradar. Quero lá saber se não se enquadra muito bem no resto da saga. Ainda bem que assim é. 


Porque começa logo na cena inicial com aquele vilão feito de lava, ou lá que merda era aquela. Aqui o que menos interessa é mesmo o vilão. Aliás, ter a Cate Blanchett como vilã é um desperdício de talento. O que queremos ver é a interacção entre todos os personagens mais cómicos. Um Jeff Goldblum a fazer de Jeff Goldblum é sempre positivo. Um alien feito de pedra com vozinha peculiar é de aproveitar. A cena com o Dr. Strange foi demais (e aquele piscar de olho ao Sherlock Holmes foi bestial). A reacção do Loki ao ver o Hulk "brincar" com o Thor é qualquer coisa... Enfim... são tantas e tantas cenas de comédia pura. Nem dá tempo para respirar: seja comédia de situação, enganos, linguagem, etc. São duas horas de puro entretenimento, galhofa da boa.
(É possível que o testo esteja uma salganhada, mas caramba, ainda me estou a rir só de lembrar algumas cenas.)

TOP MCU até ao momento:

1º Guardians of the Galaxy
Thor: Ragnarok
9º Thor
10º Iron Man 3
11º Iron Man
12º Doctor Strange
13º Spiderman: Homecoming
17º Iron Man 2

sábado, 30 de dezembro de 2017

TOP 2017 (parte 2)

Segue o resumo cinematográfico do ano.

- Melhor sorriso: Gal Gadot em Wonder Woman


- Maior desilusão: John Wick 2 (depois do excelente primeiro, este deu-me sono)


- Melhores olhos: Alexandra Daddario em Baywatch


- Maior surpresa: Power Rangers


- Melhores gémeos: The Belko Experiment / Mayhem


- Melhor Actor "animado": Andy Serkis em War For the Planet of the Apes


- Filmes mais overated: Atomic Blonde; Spider-Man Homecoming


- Guilty-pleasure do ano: King Arthur - Legend of the Sword


- Melhor reboot do Alien: Life



quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

TOP 2017

Não houve nenhum filme que eu desse nota máxima. Alguns muito bons, muitos filmes medianos, e alguns maus. Por isso faço um top diferente daquilo que eu já fiz. Mas que não é muito original. Quero lá saber... eu escrevo o que quiser.

Melhor "quem sou eu?" - SPLIT, de M. Night Shyamalan


Melhor sequela - SPLIT, de M. Night Shyamalan

Melhor cena "I wanna cry": "No man's land" em WONDER WOMAN


Melhor trocadilho: a cena inicial de THE LAST JEDI (General Hugs/ Hux)


Melhor remake, readaptação: IT

Melhor cena WTF: tiroteio em WIND RIVER

Melhor perseguição auto: BABY DRIVER

Melhores cagaços: ANNABELLE: CREATION

Melhor BSO: Nick Cave em WIND RIVER

Melhor Hit Girl: Laura (aka X23) em LOGAN


Melhor WWE: John Cena em THE WALL

Melhores rednecks: LOGAN LUCKY

Melhores "enormes (.)(.) seios": Alexandra Daddario, Zac Efron e Dwayne Johnson em BAYWATCH


Melhor surpresa dramática: Jackie Chan em THE FOREIGNER



(to be continued)


terça-feira, 26 de dezembro de 2017

TOP WORST MOVIES 2017

Não vi muitos filmes este ano, mas deu para ver alguma merda... uma mais mal cheirosa que outra.. Aqui está o top mais aguardado do pior que vi neste ano de 2017. 

Antes umas menções honrosas, que quase entraram na lista: The Circle, Jeepers Creepers 3, Pirates of the Caribbean 5 (?), Alien Covenant, John Wick 2...

(sem nenhuma ordem específica, são 10 exemplos de maus filmes)

- RINGS, de F. Javier Gutiérrez


Já esperava que fosse fraco, até porque todos os anteriores são maus. Este não foi excepção. Uma sequela desnecessária.

- ALTITUDE, de Alex Merkin


Pensava que podia sair daqui um daqueles casos de tão mau que é bom. Não foi o caso.

- ATOMIC BLONDE - Agente Especial, de David Leitch


Tanto hype para este pedaço de bosta? Não gostei do estilo.

- KUNG FU YOGA, de Stanley Tong


Jackie Chan faz filmes à pazada. No meio de tantos é normal sair um ou outro mais fraco. Este foi o exemplo deste ano.

- ROUGH NIGHT - Girls Night, de Lucia Aniello


Para comédia esqueceram-se que tinha de fazer rir. Não fez. E porque é que o título em Portugal continua em inglês??

- SHARKNADO 5: GLOBAL SWARMING, de Anthony C. Ferrante


Perdeu o gás. Passou de divertido a doloroso.

- THE BYE BYE MAN - O Nome do Medo, de Stacy Title


Foi tão mau, que agora já nem me lembro da história nem porque o achei mau.

- THE MUMMY - A Múmia, de Alex Kurtzman


O que se passou aqui, para este desastre de proporções enormes? 

- THE DARK TOWER - A Torre Negra, de Nikolaj Arcel


Desta lista, talvez seja o menos mau. Está aqui porque acaba por ser aborrecido, mas que compensa pelas cenas de acção. 

- WISH UPON, de John R. Leonetti


Mais um filme de "terror" que falha naquilo que este género tem de fazer. Nem um jump scare, nada que se aproveite.

sábado, 23 de dezembro de 2017

Rapidinha do dia: A CHRISTMAS HORROR STORY (2015)


Envolvido em espírito natalício, o que mais quero ver é um filho da puta de Pai Natal a chacinar uns merdosos elfos, que por acaso são zombies. Sim, foi isso que apanhei neste A Christmas Horror Story: um filmezinho de terror, onde acompanhamos várias histórias paralelas. E o grande problema deste filme é mesmo esse: são histórias completamente desequilibradas. Se a história do "Pai Natal" é cool e muito boa, as outras nem por isso. Quer dizer, a história do puto que é "substituído" por uma espécie de clone e se torna num assassino (tipo Pet Sematary) também é porreira. Mas as outras é que falham... e é pena, porque senão poderíamos estar perante um grande filme natalício. 
Mas vale a pena, nem que seja para ver o "Pai Natal" lutar contra o Krampus. Muito sangue, em que temos William Shatner a relatar-nos a história, disfarçado de locutor de rádio.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

STAR WARS: THE LAST JEDI (2017)


Quarta-feira à noite, dia 13 de Dezembro de 2017, estreia do novo Star Wars. Como adoptei o método de não ler nada e ver nada sobre os novos filmes desta saga, o melhor mesmo é ir o mais rápido possível, não vá apanhar um grande spoiler que me estrague a experiência. (Por falar em spoilers, ficam avisados que isto pode estar carregado de spoilers sobre o filme).
Bem, já sabemos que nos dias que correm, vamos ter cada vez mais novos filmes de Star Wars. E há duas formas de lidar com isso. Ou rejeitamos porque nos estragam os clássicos e isto já é uma afronta e forma de nos sacar dinheiro, e assim já vamos de pé atrás ver os filmes; ou, por outro lado, resignamo-nos e aceitamos esse facto. Continuamos a ter a trilogia clássica como os filmes perfeitos, e deixamo-nos levar por este expandir da saga, sabendo de antemão que irão haver filmes bons e outros maus. Eu prefiro a segunda opção. Deixo-me manipular por essa máquina que é a Disney e não me importo com isso, e assim tento apreciar melhor a experiência de ver um filme Star Wars.
E foi com esses olhos inocentes que fui ver este Episódio VIII... Inocentes, mas cansados, porque estar acordado desde as 5 da manhã, ter um dia de trabalho duro, onde não parei, chegar a casa e ter aula de ginástica, jantar, estar cheio de sono e só depois ter sessão de cinema às 22h. Pelo menos era o que dizia no bilhete, porque os gajos da NOS são tão simpáticos que o filme começou às 22:30 (meia hora depois). Já passava da uma da manhã quando saí do cinema. Mas isso não me importou nadinha, porque curiosamente gostei bastante do filme (apesar de ter lá coisas que não apreciei muito).

A partir daqui SPOILER ALERT (depois não digam que não avisei)


Se o filme passado nos apresentou os novos heróis, que estavam em busca do herói passado, o Luke Skywalker, aqui expande-se isso e temos finalmente um Luke em cena. E despachamos já as coisas boas deste episódio:
Em primeiro lugar o Luke. Que bom que é vê-lo outra vez. E aqui está melhor que nunca. Por isso é com tristeza que o vemos "partir". Ainda assim, foi uma despedida condigna, numa cena emocional com a vista do horizonte para os dois sóis. Deu mesmo para soltar uma lágrima. E confesso que não estava à espera que fosse já neste filme. 
E isso ajuda-me  a explicar outro ponto positivo. Apesar de ir beber muita inspiração aos restantes filmes, aqui são tomados caminhos mais inesperados (pelo menos para mim). Vá, confessem lá: quem esperava que o Imper... ou melhor, o Supremo Líder Snoke fosse já com os cães... ainda por cima às mãos do Kylo Ren. Nesse aspecto, o "verdadeiro" Imperador, o Lord "Palpatine" Sidious. E essa cena quase que vale o filme: Kylo Ren a lutar, lado a lado, com a Rey. Das melhores lutas da saga. 
Ainda do lado positivo, o humor. Isso foi algo que esteve sempre presente, mas aqui esteve sempre impecável, mesmo sendo um filme mais negro. Aquela cena inicial na conversa entre o Poe e o General Hux é exemplo disso. Tão bom.


Mas vamos às coisas negativas do filme. Falemos já do elefante na sala, os Porgs. Há quem goste e há quem não goste. Mas aquilo é claramente feito para vender bonecos. Por que na realidade não têm utilidade nenhuma. Estão só ali como comic-relief, com os seus olhos super-hiper-mega-fofos, a fazer lembrar o Gato das Botas do Shrek. Confesso que me distraía um pouco do filme. Mesmo que tenha soltado uns sorrisos quando eles apareceram. Pelo menos os Ewoks, que também eram fofos, derrotaram o Império com paus e pedras. Estes estão lá mais para irritar o Chewbacca
Outra situação que não me agradou: toda a cena da "morte" da Princesa Leia (ou General). Então ela é sugada para o espaço, sem protecção, acorda e "voa" até uma nave para depois recuperar? Sim, eu sei que ela tem a Força do lado dela, afinal é uma Skywalker, mas caramba, foi puxar demasiado pela nossa "suspension of disbelief".
Finalmente, o subaproveitamento de algumas personagens, nomeadamente da Holdo (Laura Dern) e da Cap. Phasma. A Holdo foi lá substituir a Leia, enquanto ela recuperava. Confesso que preferia que ela tomasse o seu lugar a liderar os Rebeldes, até porque com a morte da Carrie Fisher, não sei como vão fazer no próximo episódio. Como a Holdo se sacrificou para salvar os Rebeldes, quem desempenhará esse papel? Se tivesse sido o oposto, seria uma bela despedida de uma heroína que nos acompanhou durante 40 anos. Já a Cap. Phasma não teve grande coisa para fazer. Fez lembrar o Bobba Fett. Os fãs adoram a personagem, mesmo sem ter muito que fazer e morrer assim do nada. 

No geral, claro que adorei o filme, mesmo com todos estes pontos negativos. Ficámos a gostar mais dos heróis e vilões... e ficou claro que o Kylo é o vilão principal. Por momentos pensei que haveria já a dita redenção. Deverá acontecer no próximo episódio. A Rey é a nossa heroína de serviço, e que bem que ela vai. E tanta coisa para saber a parentalidade dela, e para já nada. Aliás, a acreditar nas palavras do Kylo, ela é filha de uns tristes bêbedos. Vamos ver se se confirma daqui a dois anos.

Foda-se... só daqui a dois anos????

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

SUPER MARIO BROS. (1993)


Começo já por dizer que ninguém me bate a jogar Super Mario Land para GameBoy. Este jogo foi a minha introdução ao mundo do herói da Nintendo. E este jogo foi responsável por muitas horas de felicidade. É que este jogo ainda não tinha aquela funcionalidade, hoje banal, de save game. Ou seja, se desligasse a consola, tinha de voltar ao início. Mas isso não fazia mal. Aliás, nem era problema. Depois desse, vieram mais jogos do herói, sempre para GameBoy. Não havia cá dinheiro para consolas que se ligassem à televisão (NES, Mega Drive, etc). A trilogia Super Mario Land terminava até com Wario Land, jogo onde éramos uma espécie de vilão. 
É óbvio que quando chegou a adaptação ao cinema do jogo, isto era a coisa que mais queríamos ver (ou então era só eu). 


Bem, dizem que o filme é mau. Será mesmo assim? É que eu não consigo ser imparcial em relação a isto. Segundo consta, os próprios actores odiaram fazer o filme. Mas sabem o que vos digo? Que se foda... aos 35 anos, eu aqui me confesso: gosto desta merda. Pode até ser uma adaptação pouco fiel ao mundo de Mario, mas caralhos me fodam se isto não é divertido. Pelo menos para mim. 
Uma coisa que os haters têm de admitir é que o casting até acerta na mouche. Bob Hoskins como Mario Mario e John Leguizamo como Luigi Mario??? Por mim, perfeito... E depois a Samantha Mathis como a Princesa Daisy, a menina que tem de ser salva da torre do vilão. Foi uma autêntica crush que tive por ela. Aquele ar de bonequinha  frágil, mesmo a pedir para ser salva, mas que esconde uma alma a pedir um tautau do bom. 

Ora, sobre o filme em si, o que temos mais próximo em relação ao jogo são mesmo os primeiros 10 segundos do genérico com o som clássico do jogo. Depois acabaram-se as semelhanças... Ah, a certa altura, a dupla veste os fatos que todos conhecemos: Mario de vermelho e Luigi de verde.


Admito que é um autêntico guilty-pleasure. Há ali muita coisa má, mas eu curto. Os Goombas chegam a ter piada. Dennis Hopper como King Koopa; anda por lá um "fungo" a tentar salvar a malta; uma big girl com grandes marufas e fato de cabedal vermelho; enfim.... tudo para ser apreciado com uma grade de minis ao lado e uns torresmos.