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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

STAR TREK IV: THE VOYAGE HOME (1986)


Era minha ideia, quando comecei a ver os 395 filmes de Star Trek, fazer um comentário individual de cada um deles ("comentário individual de cada um" parece-me uma expressão redundante). Só que depois comecei a pensar e ia acabar por ser um bocado repetitivo e sem muito para dizer. Assim sendo, e depois de comparar o primeiro filme a Manoel d'Oliveira e Stanley Kubrick (podem ler aqui a magnífica crítica), decidi saltar directamente para o quarto filme da série. E porque faço isso? Porque este quarto filme é o raio do melhor filme de todos. Estou a exagerar?? Claro que não. Dizem que o segundo é o melhor. Pois temos pena. Para mim não é.
Sobre o The Wrath of Khan (o segundo), confesso que esperava bem melhor. Toda a gente diz ser o melhor e tal. Eu gostei do filme mas não me convenceu na totalidade. Tirando o actor que faz de Khan, um tal de Ricardo Montalban (confesso que tive de ir ao imdb ver quem era o senhor), o filme passa-me ao lado. Mas o vilão está demais. E é mesmo o melhor vilão de todos os filmes.
Já o The Search for Spock (o terceiro) é mais do mesmo. Um Christopher Lloyd a fazer de klingon. Mas temos o prazer de ver a Enterprise explodir no final do filme.

Chegamos então ao quarto filme. Este é conhecido pelo "filme das baleias".
Este é o típico filme de "peixe fora de água". De modo a salvar a humanidade, a equipa da Enterprise tem como missão viajar no tempo, até aos anos 80. Vir à Terra, resgatar (ou melhor, raptar) duas baleias, porque de alguma forma elas são a salvação da humanidade no futuro. O bom do filme é ver a equipa tentar integrar-se no planeta Terra numa época que não conhecem. Uma espécie de Terceiro Calhau a Contar do Sol.
É, aparentemente, o mais atípico filme da saga, mas ao mesmo tempo o mais divertido, relaxado, sem se levar demasiado a sério. 
O melhor continua a ser a química entre a equipa toda. Depois a forma como vão tentando entender todas as idiossincrasias da época. Uma equipa que está habituada a percorrer o desconhecido (sempre foi a missão da frota), vê-se a cabo para se integrar no seu próprio planeta. Aqui a Terra é o desconhecido. 
Na série não sei, mas no cinema foi a primeira vez que Star Trek tem como tema a viagem no tempo, o que acabaria por ser recorrente. 


Resumindo, a premissa pode ser um bocado parva (viajar no tempo para ir buscar umas baleias que salvarão a humanidade). Mas acaba por resultar muito bem. E lá no meio ainda tem uma mensagem mais ambientalista.

Nota final: a Enterprise tinha explodido no final do terceiro filme, e aqui aparece como se nada tivesse acontecido. Como?

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

STAR TREK: THE ORIGINAL SERIES - THE ENEMY WITHIN

Aos 33 anos, será que ainda vou a tempo de ver os cerca de 800 episódios e mais de dez filmes do universo de Star Trek? A reposta é simples. Sim. Até porque tenho contrato com o senhor lá de cima que diz que antes dos 100 anos eu não morro. Por isso, e porque mais vale tarde que nunca, aventurei-me neste universo. Começo naturalmente pela Original Series. Lá vou eu à Wikipedia ver que ordem tenho de seguir, pois sou um analfabeto nestas coisas. Vi um ou outro filme. Das séries nunca tinha visto nada. A verdade é que nunca fui "trekkie". Sempre fui mais Team Star Wars. Não sei porquê, rejeitava mesmo antes de ver. E no entanto, Star Wars e Star Trek são coisas absolutamente diferentes.
Aqui vou colocando os meus episódios preferidos (até para memória futura).

O primeiro episódio favorito é The Enemy Within. Uma avaria no transportador faz com que o Kirk seja duplicado. Só que a cópia é meio-maléfica. Ou seja, o vilão deste episódio é o próprio Kirk.